quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pão meu


Tristeza minha
de cada dia
Dai-me senhor
o florescer de
um novo dia.

A poesia que nunca nasce
Transborda nas frestas
do lençol freático dos
meus pensamentos.

A poesia que nunca mergulha
Se debate - se afoga

O poeta morre por um segundo
pra entrar na eternidade.



Rogério Saraiva

2 comentários:

Alone disse...

Simplesmente te amooo...tudo aqui , assim como você, é muito especial .

Cristine Bartchewsky disse...

Não vai rolar comentar tudo... o poeta arrasa nesse blog!!! parabéns!